terça-feira, 9 de maio de 2017

Fumar enfraquece gene que protege as artérias, diz novo estudo

O tabagismo pode debilitar em até 60% o gene que protege as artérias de obstrução por acúmulo de placas de gordura, podendo levar à aterosclerose

O tabagismo pode debilitar em até 60% um gene que protege as artérias de obstrução, aumentando o risco de fumantes desenvolverem doença arterial coronariana (aterosclerose), indica estudo americano.

A pesquisa, publicada no dia 03 de maio, na revista científica Circulation, aponta a correlação entre hábitos e genética no acúmulo da placa que endurece as artérias e pode ser um caminho no combate à doença.

“Este foi um dos primeiros grandes passos rumo à resolução do complexo quebra-cabeça das interações genético-ambientais que levam a doenças coronarianas”, disse o pesquisador Danish Saleheen, da Universidade da Pensilvânia e um dos autores do estudo.

O tabagismo provoca, aproximadamente, 1,6 milhão de mortes anuais em todo o mundo e é responsável por um em cada cinco casos de aterosclerose. No entanto, os mecanismos de correlação entre o hábito e a doença ainda não haviam sido identificados. Seguindo a hipótese de alteração genética correlacionada ao fumo, os cientistas americanos analisaram mais de 60 mil casos de aterosclerose e outros 80 mil dados reunidos em 29 estudos sobre a interação genética com o tabagismo. Como resultado, eles identificaram que mudanças no cromossomo 15, próximas ao gene que produz a enzima ADAMTS7, estavam associadas a menos riscos de doenças na artéria coronária, 12% no caso de pessoas que nunca fumaram e 5% no caso de quem já foi ou é fumante.

Para melhor observar as implicações da alteração genética no cromossomo 15, os pesquisadores realizaram testes com ratos. Eles constataram que, nos animais modificados geneticamente, a produção da ADAMTS7 diminuiu significativamente e reduziu o acúmulo de plaquetas de gordura nas artérias. Em seguida, de modo a confirmar a influência do fumo na fabricação da enzima, eles aplicaram um extrato líquido da fumaça do cigarro em células da artéria coronária e observaram que a produção da ADAMTS7 mais que dobrou. Ou seja, a enzima está relacionada ao acúmulo de lipídios na corrente sanguínea e sua produção pode ser inflada pelo tabagismo.

Agora, os pesquisadores querem estabelecer exatamente como os variantes da enzima podem proteger contra a doença arterial coronariana, como o fumo afeta o gene que a produz e, se inibir a substância, pode reduzir a progressão de pacientes fumantes que já desenvolveram a aterosclerose.

Fonte: Veja.com

terça-feira, 2 de maio de 2017

Os cuidados que se deve ter com a pele nas diferentes idades

Manter a pele sempre hidratada, bonita e saudável é um desafio enfrentado por homens e mulheres de qualquer idade e para alcançar esse resultado, é preciso adotar uma série de cuidados dia após dia.

Mesmo que alguns desses cuidados sirvam para qualquer pessoa de qualquer idade, outros são mais específicos para cada faixa etária, e devem ser introduzidos à rotina no decorrer dos anos, a fim de suavizar o efeito do tempo.

De acordo com o médico dermatologista do Hospital Samel, Carlisson Zamith, “cuidar da pele é fundamental desde a infância, para que a pele não sofra tanto. Muitas pessoas acham que por serem jovens, não precisam seguir orientações básicas de cuidado”. Esse mesmo conselho serve para as pessoas com mais idade, que muitas vezes não conhecem os cuidados que devem ser seguidos. Neste post, você vai poder conferir dicas de cuidados que se deve ter com a pele de acordo com a sua faixa etária. Confira:

Entre 20 a 25 anos
De acordo com o especialista do Hospital Samel, nessa idade, o foco principal deve ser na prevenção, pois a pele possui uma boa quantidade de colágeno e elastina, substâncias essas que lhes dão sustentação e uniformidade à pele. Entre os cuidados básicos, estão lavar o rosto ao menos duas vezes ao dia, utilizando um produto adequado para o tipo de pele, aplicar hidratante após a limpeza e utilizar o protetor solar pela manhã.

25 a 30 anos
Nesse período, o indivíduo deve manter os cuidados básicos de limpeza e hidratação e intensificar o uso do protetor solar, passando-o diariamente no rosto, colo e mãos, para evitar o aparecimento de manchas. “Nessa faixa etária, cremes anti-idade podem ser usados para amenizar as linhas de expressão”.

35 a 45 anos
Entre 35 e 45 anos, deve-se manter os cuidados básicos, dando foco nas regiões ao redor dos olhos e da boca, para combater o aparecimento de rugas.

45 a 59 anos
A partir dos 45 anos, os cuidados com limpeza, hidratação e proteção solar devem ser intensificados, pois a pele sofre alterações com o passar dos anos. Nessa faixa etária, há uma degradação de colágeno maior do que na juventude. Por conta disso, é necessário estimular a formulação do colágeno para tentar ajudar a pele.

60 anos ou mais
“A pele perde a elasticidade e a firmeza, por isso, os tratamentos devem ser ainda mais intensos, mantendo sempre a limpeza diária, hidratação e proteção solar. Nessa faixa etária, a textura da pele é mais fina e a flacidez é comum, sendo os cuidados imprescindíveis para manter a boa saúde”, finaliza o especialista.

No geral, ter uma alimentação equilibrada e adotar hábitos saudáveis são recomentados para a saúde da pele em todas as idades.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Herpes: saiba como se pega e como se proteger

A herpes é uma doença altamente contagiosa que se pega através do contato direto com a ferida da herpes da pessoa infectada e pode ocorrer através do beijo, no banheiro, pela roupa ou até mesmo pelo ar, no caso da herpes zóster.


O contato com algum objeto infectado com o vírus, como copo, talheres, toalhas da pessoa infectada também é altamente contagioso na fase em que a ferida está cheia de bolhas com líquido. Porém, o indivíduo recentemente contaminado pode demorar anos para desenvolver os primeiros sintomas de herpes.

Herpes labial

O vírus da herpes labial é transmitido por meio do beijo; pelo copo; uso do mesmo talher; uso da mesma toalha; uso da mesma roupa ou qualquer outro objeto que tenha sido usado anteriormente pelo indivíduo contaminado e que ainda não tenha sido desinfetado.

Um indivíduo que possuir herpes genital e que colocar seu órgão genital na boca de um outro indivíduo poderá contaminá-lo, e este último vir a desenvolver a herpes labial.



Herpes genital

O vírus da herpes genital é transmitido através do contado direto com a ferida do indivíduo contaminado; ao utilizar objetos ou roupas que tenham entrado em contado com a ferida;

contato íntimo; uso da mesma roupa íntima; no banheiro, ao sentar no vaso sanitário; ao usar a mesma toalha ou qualquer outro objeto que tenha sido usado anteriormente pelo indivíduo contaminado e que ainda não tenha sido desinfetado.

Herpes zóster

O vírus da herpes zóster é transmitido por meio do contato com as secreções do indivíduo contaminado e pelo ar, onde basta o indivíduo com catapora tossir ou respirar perto dele. Se ele já tiver tido catapora antes, poderá desenvolver herpes.

A herpes zóster é a reativação do vírus da catapora que se manifesta num local específico, quando há uma baixa do sistema imune. Geralmente, o indivíduo é contaminado com o vírus da catapora na infância e desenvolve a catapora. Quando este é exposto a alguém com catapora, o vírus pode ser reativado e ele pode desenvolver herpes.

Tratamento para herpes

O tratamento para herpes é feito com o uso de uma pomada ou comprimido anti-viral como Zovirax, que deve ser usada quando a ferida aparecer e por, aproximadamente, 7-10 dias. Durante este período recomenda-se que o indivíduo tenha todos os seus objetos de uso pessoal separados dos outros, para evitar o contágio da doença.

terça-feira, 7 de março de 2017

Conheça os sinais ignorados antes de um infarto

Uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco teve sintomas ignorados pelos médicos, de acordo com novo estudo
Você conhece os sinais que antecedem um infarto? Um estudo médico realizado pelo Imperial College de Londres, na Inglaterra, descobriu que, entre 2006 e 2010, 16% das pessoas que morreram devido a ataques cardíacos haviam sido internadas nos 28 dias anteriores. De acordo com informações da BBC Brasil, a pesquisa, publicada recentemente na revista científica The Lancet, mostrou que sintomas como desmaio, falta de ar e dor no peito foram observadas até um mês antes da morte em alguns dos casos analisados.

Os pesquisadores analisaram registros hospitalares de 135.950 pessoas com mortes por infarto no Reino Unido durante quatro anos. Desses pacientes, 21.677 não tiveram seus sintomas cardíacos identificados durante a internação. “Médicos são muito bons em tratar ataques cardíacos quando eles são a principal causa, mas não tratamos muito bem ataques secundários ou sinais sutis que podem apontar para um infarto que termine em morte num futuro próximo”, explica Perviz Asaria, médico e principal autor do estudo.

Isso chama atenção para um possível descuido dos médicos, de acordo com Jeremy Pearson, diretor médico do Instituto Britânico do Coração. “Essa falha na detecção de sinais de alerta é preocupante. E esses resultados devem levar os médicos a serem mais vigilantes, reduzindo a chance dos sintomas se perderem e, em última análise, a salvar mais vidas.”

Sintomas do infarto

Nem sempre a dor no peito é o sintoma mais percebido em casos de ataque cardíaco, principalmente entre mulheres, idosos e diabéticos. Podem ser percebidas dores em outras partes do corpo, como o braço – na maioria das vezes, o esquerdo – mandíbula, pescoço, costas e abdômen. Outros sintomas comuns do infarto são:
  • Transpiração
  • Falta de ar
  • Tosse ou chiado
  • Sensação de tontura
  • Ansiedade
Fonte: Veja.com


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Rosácea: Dermatologista do Hospital Samel explica os tipos da doença e tratamentos

Conhecida por ocasionar a vermelhidão sob a pele acompanhada de uma sensação de ardência, a rosácea é uma doença que pode ocorrer em qualquer pessoa com diversas formas de se manifestar.

De acordo com o médico dermatologista do Hospital Samel, Dr. Carlisson Zamith, “a rosácea é uma doença crônica difícil de ser eliminada por completo, porém, é possível controlar”  Segundo ele, as áreas mais afetadas são as bochechas, testa, nariz e queixo e as pessoas que possuem a pele sensível e oleosa são as mais propensas a desenvolver a doença.

Ao longo do tempo, a rosácea pode apresentar piora, levando a mudanças permanentes na aparência, caso não seja tratada. 

Em entrevista ao Blog Conexão Saúde, o Dr. Carlisson Zamith explicou que existem quatro tipos diferentes de rosácea, que possuem características próprias e formas de tratamento específicos. Confira:

Eritemato telangectasia

Essa é a forma mais comum da doença, provocando a vermelhidão na pele e com vasos aparentes. “Esse tipo de rosácea é mais facilmente notada na região central do rosto e se agrava com o consumo elevado de álcool, exercícios físicos e exposição solar. ” Outro sintoma comum é a sensação de ardência na pele.
“O tratamento é realizado com remédios anti-inflamatórios ou tratamentos a laser”, ressalta o dermatologista.

Pápula pustular

A rosácea do tipo pápula pustular tem como característica o surgimento de lesões que se assemelham a acnes. Nesse caso, “o tratamento também tem ação anti-inflamatória e pode ser tópica ou via oral”.

Fimatosa

De acordo com o Dr. Carlisson, “a inflamação causada por esse tipo deixa a pele mais espessa e vermelha, aumentando, em alguns casos, o tamanho de algumas áreas, como o nariz. Além disso, regiões do rosto e ao redor podem ser comprometidas e em casos específicos, intervenções cirúrgicas podem reduzir o volume de pele. ”

Ocular

A rosácea ocular acomete a região dos olhos, próximo aos cílios, originando descamação e vermelhidão. Quando não tratada, a rosácea ocular pode evoluir e interferir na visão do indivíduo. Nessa circunstância, os medicamentos devem ser indicados por um oftalmologista e a área deve ser bem higienizada.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Carnaval: quem viajará para locais com febre amarela deve se vacinar 10 dias antes

Quem pretende viajar durante o carnaval para cidades que tiveram casos recentes de febre amarela e ainda não foi vacinado deve se programar com antecedência, já que a vacina leva 10 dias para fazer efeito.

Foliões que pretendem chegar a cidades afetadas no sábado de carnaval, dia 25 de fevereiro, por exemplo, devem se vacinar até esta quarta-feira (15), segundo as recomendações do Ministério da Saúde.

A pasta recomenda que se vacine quem visitará cidades no leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, oeste da Bahia, além do noroeste do Rio de Janeiro, que fica na divisa com áreas que têm registros de casos.


O esquema de vacinação da febre amarela no Brasil é composto de duas doses. Veja os detalhes:


Este ano, o Brasil já teve 234 casos confirmados de febre amarela e 79 mortes pela doença, de acordo com boletim divulgado na última segunda-feira, 13 de fevereiro, pelo Ministério da Saúde. Deste total de óbitos, 69 ocorreram em Minas Gerais, estado mais afetado desde o início do surto.

O vírus da febre amarela que causa o atual surto no Brasil circula nas áreas ruais, silvestres e de mata, transmitido pelos mosquidos Haemagogus e Sabethes.

Confira os sintomas da Febre Amarela:


Fonte: Portal G1

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Nova droga testada nos EUA ataca um dos mecanismos do Alzheimer

Elas são importantes para manter a estabilidade dos neurônios. Porém, quando se tornam defeituosas, acabam contribuindo para o desenvolvimento de doenças degenerativas para as quais não existe cura. Entre essas enfermidades está o Alzheimer, o tipo de demência mais prevalente em todo o mundo. 

Agora, pela primeira vez, um grupo de pesquisadores conseguiu reverter os danos que as chamadas proteínas tau provocam no cérebro e que estão associados diretamente à destruição progressiva das funções cognitivas. Segundo os autores do trabalho, publicado na revista Science Translational Medicine, o resultado abre caminho para o desenvolvimento de um tratamento direcionado.


Quando a proteína tau se torna defeituosa, ela perde a capacidade de estabilizar o microtúbulo, espécie de esqueleto celular. A consequência é a formação dos emaranhados neurofibrilares — como um novelo de lã desenrolado de qualquer jeito, o cérebro fica tomado por “nós”. Muitas patologias neurológicas estão associadas a esse processo, incluindo a paralisia progressiva supranuclear, um distúrbio do movimento que pode afetar pessoas de todas as idades, e as demências frontotemporais, que geralmente surgem entre 40 e 50 anos.

Embora as chamadas taupatias — doenças neurodegenerativas causadas pelo excesso de proteína tau — sejam alvo de muitos estudos, até agora ninguém tinha conseguido reverter sua ação. “Nós mostramos no estudo um composto sintético que é o primeiro a reverter os danos associados à tau no cérebro. Essa molécula diminui os níveis da proteína circulante, prevenindo e, em alguns casos, eliminando os danos neurológicos”, afirma Timothy Miller, professor da Universidade de Washington em St. Louis (EUA) e principal autor. Os testes, porém, foram realizados com animais e não há previsão de quando — e se — os resultados poderão se aplicar a humanos.

O que a equipe de Miller fez foi atacar, em ratos manipulados para ter os emaranhados neurofibrilares, uma molécula que atrapalha o processo de fabricação de proteínas. Antes que o gene consiga passar instruções para que as substâncias sejam produzidas corretamente, a molécula destrói o RNA mensageiro. Os cientistas desenvolveram um antídoto para isso.

Todos os dias, ao longo de um mês, eles administravam uma dose do composto aos roedores que, aos 9 meses de idade, já apresentavam problemas neurológicos devido aos emaranhados. Quando os animais tinham 12 meses, os pesquisadores mediram a quantidade de tau, de material genético da tau e de emaranhados da proteína no cérebro das cobaias. Segundo Miller, houve redução significativa dos três parâmetros, comparado aos ratos que receberam placebo.

Como os níveis também estavam mais baixos que os dos roedores de 9 meses, os cientistas acreditam que o tratamento não apenas parou, mas reverteu o acúmulo da tau. “Quando essa linhagem de ratos geneticamente modificados atinge 9 meses, o hipocampo, uma importante área do cérebro associada à memória, tipicamente está encolhido e há morte de neurônios. Mas, com o tratamento, o cérebro não estava mais tão murcho, embora não tenhamos evidência da reversão da morte neuronal”, observa o neurologista.

Medula espinhal

Os pesquisadores também testaram a técnica em um modelo primata, ministrando duas doses de placebo ou do composto no fluido cerebrospinal de macacos cinomolgos saudáveis. De acordo com Miller, no caso de um tratamento com humanos, essa seria a forma de aplicação do medicamento, pois o fluido circula da medula espinhal até o cérebro. Duas semanas depois, foi medida a quantidade de proteína tau e de RNA tau nos animais. Novamente, o composto reduziu ambos os parâmetros.

O neurologista ressalta que tratamentos com oglionucleotídeos, como a substância utilizada nos testes, foram aprovados recentemente nos EUA para tratar distrofia muscular de Duchenne e atrofia muscular espinal. Agora, a Universidade de Washington está em processo de obtenção da patente para  reduzir os níveis de tau. “Essa é uma abordagem bastante promissora”, diz.

Otávio Castello, diretor científico da Associação Brasileira de Alzheimer, ressalta que o estudo é  uma peça a mais no quebra-cabeça das doenças neurodegenerativas. “Para isso ser replicado em humanos, ainda precisa muita coisa. Esse é o primeiro nível da pesquisa. Para virar um remédio de fato, a gente tem uns 10 anos pela frente”, diz. “Eles conseguiram reduzir a quantidade de proteína tau, não só de nova, mas daquela que estava depositada no cérebro em degeneração. Além disso, viram que a quantidade de neurônios mortos era menor. A redução do volume do hipocampo, que com a doença vai murchando, também tinha desacelerado.”

Segundo o especialista, em ratos, o remédio foi promissor em relação a uma das vias pelas quais a doença de Alzheimer se estabelece no cérebro. “É interessante como perspectiva de pesquisa, mas não pode ser replicado imediatamente em humanos”, ressalta. Castello também destaca que atacar um dos mecanismos associados à destruição do cérebro pelo Alzheimer não significa atacar a causa da doença. “Isso representa um novo remédio? Não. Representa a perspectiva do desenvolvimento de novas drogas que consigam trabalhar adequadamente com a proteína tau”.

"Para isso ser replicado em humanos, ainda precisa muita coisa. Esse é o primeiro nível de pesquisa. Para virar um remédio de fato, a gente tem uns 10 anos pela frente.” 

Otávio Castello, diretor científico da Associação Brasileira de Alzheimer e não participante do estudo.

Fonte: Correio Braziliense